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      <title><![CDATA[ARTIGOS - buennoreflexoesedicas.webnode.pt]]></title>
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      <language>pt</language>
      <pubDate>Sun, 21 Aug 2011 15:30:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[ecstasy; fonte de saude e curas]]></title>
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         <description><![CDATA[&#160;Com algumas modificações, pode conseguir, que um dos vilões das desgraças mundiais, torne-se um importante agente de cura de alguns tipos de canceres: veja isto aqui:&#160;Ecstasy modificado 'ataca células cancerígenas', indica pesquisa ...<br />
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         <pubDate>Sun, 21 Aug 2011 15:30:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;Com algumas modificações, pode conseguir, que um dos vilões das desgraças mundiais, torne-se um importante agente de cura de alguns tipos de canceres: veja isto aqui:&#160;<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(76, 76, 76); font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; "><span class="wpp-post-title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 14px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-decoration: underline; color: rgb(205, 23, 19); "><a target="_self" href="http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/">Ecstasy modificado 'ataca células cancerígenas', indica pesquisa ...</a></span></span></p><br />
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[ECSTASY: MUITO LONGE DE SER INOFENSIVO]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/ecstasy-muito-longe-de-ser-inofensivo/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

    
        
            
            Ecstasy: muito longe de ser inofensivo.
            
        
        
            
            31/10/2003
            
        
        
            &#160;
            
            
            Segundo pesquisa da Unifesp, usuários da droga afimam que seu efeito seria mais leve que o de outros entorpecentes. Trata-se de um perigoso engano&#160;
            
            Uma pastilha que parece aspirina, cabe no bolso e não desperta muitas...<br />
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         <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 02:57:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="8" width="100%" border="0" style="font-size: 1em; -webkit-border-horizontal-spacing: 1px; -webkit-border-vertical-spacing: 1px; font-family: sans-serif; ">
    <tbody>
        <tr bgcolor="#ffffff">
            <td valign="top"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>
            <h3>Ecstasy: muito longe de ser inofensivo.</h3>
            </strong></font></td>
        </tr>
        <tr bgcolor="#ffffff">
            <td valign="top">
            <div align="right"><font size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31/10/2003</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr bgcolor="#ffffff">
            <td valign="top" style="text-align: center; "><spam style="font-family: Verdana; font-size: 10px; ">&#160;<br />
            <br />
            <br />
            <span style="color: rgb(128, 0, 0); ">Segundo pesquisa da Unifesp, usuários da droga afimam que seu efeito seria mais leve que o de outros entorpecentes. Trata-se de um perigoso engano&#160;<br />
            <br />
            Uma pastilha que parece aspirina, cabe no bolso e não desperta muitas suspeitas. Seu uso não necessita de grandes rituais. Sem chamar a mesma atenção que um cigarro de maconha ou uma carreira de cocaína, basta ingeri-la para que o mundo fique cor-de-rosa. É por ser discreto e aparentemente inofensivo que o ecstasy é apontado por 65,6% dos usuários pesquisados pelo psicólogo Murilo Baptista como 'uma droga segura'. A realidade, no entanto, é bem diferente.&#160;<br />
            <br />
            A tese de mestrado de Baptista, baseada em entrevistas com 32 usuários e 14 informantes (psicólogos, DJs e outros), e apresentada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), traz outros dados sobre o perfil do paulistano consumidor de ecstasy. Ele é jovem, 81% pertencem à classe média, 46,8% fazem faculdade e a maioria está inserida no mercado de trabalho. E eles não têm medo da pastilha.&#160;<br />
            <br />
            "Não bate a deprê da cocaína, nem a vontade de ser constante como a maconha.&#160;<br />
            <br />
            Deixa consciente, não dá bode e nem deixa lento", conta o universitário R.D., de 21 anos, consumidor ocasional. A história não é bem assim. Apesar de serem raros os casos de dependência, a droga já provocou, oficialmente, a morte de uma pessoa em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em maio deste ano.&#160;<br />
            <br />
            Os usuários, porém, acreditam que a pílula não faz 'tão mal'. O estudo mostra que 50% deles mencionam só os efeitos positivos da droga, como a euforia, bem-estar, desinibição, felicidade e leveza. "Você fica consciente, e com uma visão de mundo clara. Faz uma viagem a seu interior, se livra dos preconceitos e passa a ver as qualidades das pessoas", conta o universitário, que não considera o ecstasy uma droga. "Foi o único que me deu benefícios pós-uso", diz o jovem, que já experimentou maconha e LSD.&#160;<br />
            <br />
            Segundo Baptista, 100% dos usuários de ecstasy usam outras drogas. "O ecstasy é uma droga de tolerância rápida, semelhante a outras anfetaminas, mas não há quadros de síndrome de abstinência. Aí é que vem a pergunta: ele provoca dependência?", diz o psicólogo, comentando que há poucos estudos sobre o assunto e desinformação entre profissionais de saúde.&#160;<br />
            <br />
            <b>Ecstasy pode levar a náuseas e depressão.&#160;</b>A aparente segurança não existe. De 20 a 60 minutos após a ingestão da pastilha, a boca seca e o corpo superaquece, podendo elevar a temperatura a 42º C e à desidratação e coagulação das células do sangue.&#160;<br />
            <br />
            Aliada à dança ininterrupta de alguma casa noturna ou rave, contexto que quase sempre está associado ao uso, segundo a pesquisa, a desidratação ou o consumo exagerado de água pode matar.&#160;<br />
            <br />
            Muitos usuários recorrem a pirulitos e chicletes para driblar espasmos no maxilar e ranger de dentes. Segundo Baptista, outros usam truques como ter uma alimentação balanceada e beber água moderadamente (40,6%) e não associar a droga a bebidas alcoólicas (15,6%).&#160;<br />
            <br />
            Também podem acontecer náuseas, cãimbras, depressão, taquicardia, visão turva, insônia, problemas hepáticos, pânico e movimentos descontrolados do corpo. O neurocirurgião Célio Levyman, do Hospital Albert Einstein, já atendeu 20 pacientes com complicações provocadas por ecstasy- quatro com quadro de possível derrame. Dos 20, só um admitiu ter usado a droga. "A maioria esconde por receio paterno e da polícia", conta ele. Mas outro fator contribui para o sigilo. "Se for constatado que o problema foi por uso de drogas, o plano de saúde não cobre as despesas."&#160;<br />
            <br />
            Passado o efeito, o perigo continua. Um estudo do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas dos Estados Unidos (NIDA) mostra que os danos causados ao cérebro permanecem até 9 meses após a abstinência. Consumidores regulares de ecstasy tiveram resultado 24% pior que não-usuários em testes de memória e coordenação, como memorizar listas de palavras desconexas e caminhar em linha reta.&#160;<br />
            19/09/2002 - ARYANE CARARO - Jornal da Tarde<br />
            </span></spam></td>
        </tr>
    </tbody>
</table><br />
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Coração de dependentes em cocaína sofre danos sem mostrar sintomas ]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/cora%c3%a7%c3%a3o%20de%20dependentes%20em%20cocaina%20sofre%20danos%20sem%20mostrar%20sintomas%20/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

    Coração de dependentes em cocaína sofre danos sem mostrar sintomas (21/06/2011)
    
    
    O abuso da cocaína pode provocar danos no coração, como miocardite --que pode levar a um infarto--, muitas vezes sem que a pessoa apresente os sintomas, revela um estudo divulgado nesta segunda-feira pela publicação médica BMJ (´´British Medical Journal´´). Segundo os autores da pesquisa, as autópsias revelam que um em cada cinco dependentes em cocaína tem miocardite --inflamação do...<br />
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         <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 02:46:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<ul style="list-style-type: disc; color: rgb(48, 48, 48); font-family: Verdana, Tahoma, Arial, sans-serif; font-size: 13px; ">
    <li class="titulo" style="list-style-type: none; font-size: 10pt; font-weight: bold; ">Coração de dependentes em cocaína sofre danos sem mostrar sintomas (21/06/2011)</li>
    <br />
    <li class="ds_conteudo" style="list-style-type: none; ">
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">O abuso da cocaína pode provocar danos no coração, como miocardite --que pode levar a um infarto--, muitas vezes sem que a pessoa apresente os sintomas, revela um estudo divulgado nesta segunda-feira pela publicação médica BMJ (´´British Medical Journal´´). Segundo os autores da pesquisa, as autópsias revelam que um em cada cinco dependentes em cocaína tem miocardite --inflamação do miocárdio-- e acredita-se que um quarto dos infartos não mortais nas pessoas menores de 45 anos esteja associado ao consumo de cocaína.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Os especialistas revelam que a miocardite costuma provocar dores no peito e pode resultar em infartos mortais. Os pesquisadores quiseram determinar se existiam provas tangíveis de danos ao coração entre os consumidores a longo prazo de cocaína que não tinham histórico de doenças coronárias, nem sintomas de problemas no coração.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Assim, fizeram um acompanhamento da saúde de 30 dependentes na droga que a consumiam há anos e que tinham se internado em um centro de reabilitação.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">No grupo havia 25 homens e cinco mulheres com uma idade média de 37 anos. Cerca de 20% deles estavam infectados com hepatite C ou com o HIV, revelou o estudo.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">A metade dos dependentes consumia também outras substâncias, como opiáceos e álcool, e tinha consumido durante uma média de 12 anos aproximadamente 5,5 gramas de coca por dia.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Os autores fizeram uma série de teste para detectar qualquer anormalidade na função do coração, como níveis de elementos químicos no organismo, testes físicos e ressonâncias magnéticas.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Embora a função do coração fosse normal em todos os casos, em 12 foram detectadas anomalias localizadas e uma alta prevalência (83%) de danos estruturais.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Quase a metade das pessoas examinadas apresentava edema do ventrículo inferior esquerdo, fato que foi associado a um maior consumo de cocaína.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">As ressonâncias magnéticas também revelaram danos no tecido (fibrose) em 73% dos dependentes na droga, possivelmente como resultado de um infarto silencioso.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Os pesquisadores lembram que o edema é sinal de um dano recente e reversível, mas que o mesmo não se dá com a fibrose.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(51, 51, 153); "><font face="Arial">Os autores constatam que o abuso de múltiplas drogas poderia ter contribuído para o tipo de dano detectado nos dependentes em cocaína, mas advertem que isso não explicaria todos os casos.</font></span></p>
    </li>
    <br />
    <li class="autor" style="list-style-type: none; ">Autor:</li>
    <li class="fonte" style="list-style-type: none; ">Fonte: 24 HORAS NEWS ONLINE</li>
    <li>Fonte:<a href="http://www.obid.senad.gov.br/">http://www.obid.senad.gov.br</a></li>
</ul><br />
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[CONSUMO DE ECSTASY PODE ALTERAR ESTRUTURAS CEREBRAIS]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/consumo-de-ecstasy-pode-alterar-estruturas-cerebrais/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

    Consumo crônico de ecstasy pode alterar estruturas cerebrais a longo prazo (20/04/2011)
    
    
    Pesquisa conduzida na Holanda e publicada esta semana pelo periódico inglês Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry aponta que o consumo crônico da droga recreativa ecstasy pode alterar estruturas cerebrais em longo prazo.
    O estudo avaliou o tamanho do hipocampo por ressonância magnética, tanto de usuários crônicos da droga como de jovens da mesma faixa etária sem...<br />
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         <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 02:38:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<ul style="list-style-type: disc; color: rgb(48, 48, 48); font-family: Verdana, Tahoma, Arial, sans-serif; font-size: 13px; ">
    <li class="titulo" style="list-style-type: none; font-size: 10pt; font-weight: bold; ">Consumo crônico de ecstasy pode alterar estruturas cerebrais a longo prazo (20/04/2011)</li>
    <br />
    <li class="ds_conteudo" style="list-style-type: none; ">
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Pesquisa conduzida na Holanda e publicada esta semana pelo periódico inglês Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry aponta que o consumo crônico da droga recreativa ecstasy pode alterar estruturas cerebrais em longo prazo.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">O estudo avaliou o tamanho do hipocampo por ressonância magnética, tanto de usuários crônicos da droga como de jovens da mesma faixa etária sem antecedente de consumo. O hipocampo é uma das estruturas cerebrais mais importantes no processo de memorização e uma das mais precocemente envolvidas na doença de Alzheimer.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">O volume do hipocampo entre os voluntários que usavam ecstasy era 10% menor e o volume total da substância cinzenta do cérebro era 4,6% menor. A média de consumo da droga entre os usuários era de três vezes por mês e não havia diferença significativa entres os dois grupos quanto ao consumo de álcool e outras drogas.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Já dispomos de uma série de estudos experimentais que evidenciam que o ecstasy é tóxico aos neurônios, especialmente às ramificações de neurônios que produzem serotonina, neurotransmissor fortemente vinculado à regulação de inúmeras funções como o sono, a memória e o humor.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Os resultados da presente pesquisa sugerem que o uso crônico de ecstasy pode danificar o hipocampo e a substância cinzenta cerebral de forma mais difusa e são concordantes com pesquisas anteriores em humanos que mostraram:</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">1- Inchaço dos hipocampos seguido por atrofia após consumo de ecstasy;</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">2- Redução do desempenho de memória após exposição à droga, mesmo com baixas doses;</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">3- Redução do sistema de neurotransmissão da serotonina nos hipocampos.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Há algum tempo reconhece-se que os efeitos do ecstasy podem ir além da agitação psicomotora, ansiedade e hiperatividade. Entre humanos, mesmo em usuários leves da droga, já foi demonstrada redução do desempenho de memória verbal, crises epilépticas, além de alterações na estrutura da substância branca e na perfusão sanguínea e maturação cerebral.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Já foi demonstrada também uma maior frequência de apneia do sono entre os usuários, fato que é parcialmente explicado pela redução da atividade da serotonina, já que esse neurotransmissor exerce grande influência no controle da respiração, especialmente na ativação do centro cerebral da respiração em resposta ao aumento do teor de gás carbônico no sangue. Podemos ver que já é bem ultrapassado pensar no ecstasy como uma droga inocente à saúde do cérebro.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">Em diversos países, o ecstasy é a segunda droga ilegal mais utilizada, perdendo só para a maconha. De acordo com o Relatório Mundial sobre Drogas 2009, o Brasil está entre os 22 países com maiores apreensões de ecstasy, fenômeno que aumentou exponencialmente em 2007.</font></span></p>
    <p align="justify"><span style="color: rgb(0, 0, 128); "><font face="Arial">POR: Ricardo Teixeira -&#160;</font><font face="Arial">Doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Dirige o Instituto do Cérebro de Brasília e é o autor do Blog “ConsCiência no Dia-a-Dia”.</font></span></p>
    </li>
    <br />
    <li class="autor" style="list-style-type: none; ">Autor: Ricardo Teixeira</li>
    <li class="fonte" style="list-style-type: none; ">Fonte: Uol - Saúde</li>
    <li class="fonte" style="list-style-type: none; ">Fonte:<a href="http://www.obid.senad.gov.br/">http://www.obid.senad.gov.br</a></li>
</ul><br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[A AMEAÇA DAS DROGAS SINTÉTICAS]]></title>
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         <description><![CDATA[&#160;&#160;A ameaça das drogas sintéticas&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;...<br />
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         <pubDate>Sun, 26 Jun 2011 02:28:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[ARTIGOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; ">&#160;&#160;<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 24px; line-height: 36px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; ">A ameaça das drogas sintéticas</span>&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;&#160;<span style="color: rgb(128, 0, 0); "><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; ">Nessa década, o maior problema que nós vamos vivenciar é a droga sintética. Principalmente o ecstasy. As prisões de traficantes são um forte indicador da presença das drogas sintéticas e, ao mesmo tempo, revelam um novo perfil do tráfico: jovens universitários, de classe média e alta, compõem o novo mapa do crime. O rosto do usuário também vai sendo perfilado: boa escolaridade, inserido no mercado de trabalho e pertencente às classes sociais mais privilegiadas.</span></span></p>
<p style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; text-align: center; "><span style="color: rgb(128, 0, 0); ">O ecstasy é uma droga estimulante e alucinógena. Segundo o professor Ronaldo Laranjeira, da Universidade Paulista (Unifesp), "ela foi sintetizada para ser um novo moderador de apetite, mas foi descartada pelo laboratório químico que a produziu porque era muito tóxica. Ficou na prateleira por várias décadas e foi redescoberta na década de 70 para ser a droga do amor. Depois se transformou na droga mais usada em discotecas". O ecstasy desencadeia transtornos psiquiátricos como síndrome do pânico e depressão. Costuma vir acompanhado de taquicardia e aumento da temperatura do corpo e tem sido a causa de inúmeras mortes. Segundo Ronaldo Laranjeira, "o grande problema do ecstasy é o dano cerebral que a droga produz, principalmente nos neurônios responsáveis pelo prazer".<br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />
Como vê, caro leitor, a escalada das drogas é um fato assustador. Enfrentá-la só é possível com informação correta, prevenção e recuperação. Meu objetivo, neste artigo, é ajudá-lo a dar os dois primeiros passos: conhecer o que se passa no ambiente rarefeito de inúmeras discotecas e raves e entender as características devastadoras das novas drogas sintéticas. Só assim, com informação clara e sem eufemismos, você poderá captar eventuais mudanças comportamentais e dar uma orientação segura aos seus filhos. A família, um espaço de carinho, diálogo e firmeza, exige presença do pai e da mãe. Ela é, de fato, o pré-requisito da prevenção. Quando a família fracassa, as políticas antidrogas acabam se transformando no cemitério de boas intenções.<br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />
O terceiro passo, a recuperação, é uma indeclinável responsabilidade dos governos. É preciso que os governantes ajudem para valer os serviços especializados e as instituições idôneas que, anonimamente e com grande sacrifício, investem na recuperação de dependentes químicos. Trata-se de um problema de saúde pública. Recuperar é salvar vidas e multiplicar aliados na luta contra as drogas. Um dependente recuperado é o melhor prosélito das campanhas preventivas. Impõe-se que os responsáveis pelo combate às drogas abandonem o conforto de seus gabinetes e entrem em contato com o verdadeiro drama dos adictos. Eu fiz isso. Não considero correto escrever e opinar a respeito de uma realidade distante: conversei com especialistas, ouvi relatos de dependentes químicos, visitei comunidades terapêuticas que apresentam elevados índices de recuperação, desenvolvi, enfim, um trabalho de reportagem.<br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />
Espero que o governo faça a sua parte. Segundo me consta, o Congresso Nacional está decidido a arregaçar as mangas e entrar num autêntico mutirão em prol dos que lutam pela recuperação. A iniciativa, se confirmada, merece os aplausos da sociedade. A dependência química não admite politicagem. Reclama, sim, seriedade e realismo.</span></p>
<p style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 18px; color: rgb(72, 72, 72); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; text-align: center; "><span style="color: rgb(128, 0, 0); ">&#160;Fonte : &#160;</span>Diário Popular</p><br />
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