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      <pubDate>Thu, 16 Aug 2012 22:02:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[UM ALERTA A TODOS]]></title>
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         <description><![CDATA[
	&nbsp;


	
		VALE A PENA LER! :) É LAMENTAVEL... MAS FICA UMA ALERTA A TODOS
		
		Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais. Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é
	
		Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e...<br />
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         <pubDate>Thu, 16 Aug 2012 22:02:00 +0200</pubDate>
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         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<br style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
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	<p>
		VALE A PENA LER! :) É LAMENTAVEL... MAS FICA UMA ALERTA A TODOS<br />
		<br />
		<span style="color:#b22222;">Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais. Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é</span></p>
	<div class="text_exposed_show" style="display: inline; ">
		<span style="color:#b22222;">Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.<br />
		Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude", famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira". Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os "otários" não percebiam. Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado.<br />
		No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré- menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S.Paulo, que alugaram um "ap" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.<br />
		Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30h da manhã fomos ao "ap" dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia.<br />
		Retornamos a "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUGS". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra.<br />
		O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.<br />
		Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.<br />
		Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.<br />
		<br />
		<br />
		<br />
		OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde que escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.<br />
		Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.</span></div>
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		&nbsp;</div>
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		Fonte: &nbsp;faceboock &nbsp;&nbsp;<span style="color: rgb(128, 128, 128); line-height: 17px; ">&nbsp;</span><a class="pronoun-link " data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;A&quot;}" href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=109775739160231&amp;set=a.104099609727844.6119.100003834162391&amp;type=1" style="cursor: pointer; color: rgb(59, 89, 152); text-decoration: none; line-height: 17px; ">foto</a><span style="color: rgb(128, 128, 128); line-height: 17px; ">&nbsp;de&nbsp;</span><a aria-controls="uktz6o_1" aria-haspopup="true" aria-owns="uktz6o_1" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;P&quot;}" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100003834162391" href="http://www.facebook.com/nilce.kadoxe" id="js_5" style="cursor: pointer; color: rgb(59, 89, 152); line-height: 17px; ">Nilce Kadoxe</a><span style="color: rgb(128, 128, 128); line-height: 17px; ">.</span></div>
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		&nbsp;</div>
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		&nbsp;</div>
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	&nbsp;</p>
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         <title><![CDATA[O PODER SOBRENATURAL DO CRACK]]></title>
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         <description><![CDATA[
	O PODER SOBRENATURAL DO CRACK
	
	Há algum tempo atrás um cidadão aparentando ter pouco mais de trinta anos, vagava pelas ruas centrais de Aracaju, como de costume, pois noutra vez eu já tinha observado os seus passos nas mesmas cercanias. Mostrava estar triste e deprimido como nunca, talvez como sempre. O dia de sábado era como outro qualquer na sua vida e na vida da cidade, pois o vento que soprava quente era o mesmo, o sol abrasante e causticante a tudo esquentar era o mesmo, as pessoas...<br />
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         <pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:45:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<span style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">O PODER SOBRENATURAL DO CRACK</span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="color:#2f4f4f;"><span style="font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Há algum tempo atrás um cidadão aparentando ter pouco mais de trinta anos, vagava pelas ruas centrais de Aracaju, como de costume, pois noutra vez eu já tinha observado os seus passos nas mesmas cercanias. Mostrava estar triste e deprimido como nunca, talvez como sempre. O dia de sábado era como outro qualquer na sua vida e na vida da cidade, pois o vento que soprava quente era o mesmo, o sol abrasante e causticante a tudo esquentar era o mesmo, as pessoas indiferentes, passando de um lado para o outro das ruas e nas calçadas, afastando-se do citado cidadão em misto de medo e asco eram as mesmas, a agencia bancaria a qual ele entrara era também a mesma. Entretanto, aquele carrancudo cidadão, barbudo, cabeludo, sujo, maltrapilho, esquelético, parecendo seriamente doente me lembrava de alguém, alguém conhecido, alguém que um dia já mantivera algum tipo de contato verbal comigo, mas, por mais que eu tentasse me lembrar de quem seria aquela misteriosa pessoa não conseguia. Demasiadamente curioso, dessa vez olhei mais demoradamente para aquele estranho e intrigante cidadão enquanto ele tirava dinheiro no cash do banco no mesmo instante em que as outras pessoas que ali estavam presentes trataram de fugir do recinto pensando ser ele um assaltante, um bandido ou delinquente qualquer, talvez um maluco andarilho. Ele não demostrou surpresa pelo fato das pessoas assim agirem, parecia acostumado com isso, com essa humilhação, sabia que a sua aparência era assustadora apesar de saber que não era um marginal, parecia não estar ali naquele momento, noutro mundo, não ligar para o que acontecia a sua volta, parecia nada temer, talvez se a Terra explodisse para ele seria normal. Temia somente um novo ataque de bronquite que se avolumava no seu pulmão devido a tosse grossa e pesada que insistia na sua garganta a fazer tremer a sua longa e imunda barba que carregava em igual modo com o seu cabelo escarafunchado e embuchado tal qual uma casa de cupim . As suas perspectivas eram as piores possíveis. Certamente mergulhado em pensamentos pessimistas, nem sequer notou que eu sem disfarçar tanto olhava para ele querendo me lembrar de onde o conhecia, até que o guarda do banco chegou de um possível cafezinho e me falou: - Tá vendo o que o crack faz? ... Ele era um Advogado!...&nbsp;</span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Foi aí que tudo emergiu, veio à tona; foi ai que tudo me chegou à mente; foi ai que o mistério foi revelado; foi ai que pude decifrar todos seus segredos; foi ai que vi o quanto o destino das pessoas pode ser cruel para uns e bondoso para outros; foi aí que eu vi aquele cidadão, antes promissor Advogado conversando comigo em algumas oportunidades nos corredores do Tribunal de Justiça e em determinada Delegacia que trabalhei, assuntos relacionados a Processos criminais ou Inquéritos policiais; foi aí que me lembrei de uma reportagem que um jornal sergipano fez sobre uma mãe em desespero querendo libertar o seu querido filho, estudioso, carinhoso, alegre e feliz com a vida, então Advogado preso nas garras do crack; foi ai que soube que os familiares desse cidadão tentavam interna-lo em clinica apropriada, mas ele se recusava tal tratamento por conta do poder avassalador e sobrenatural do crack que o arrastava cada vez mais para o fundo do poço; foi ai que lembrei que aquele Advogado entrou no imundo mundo do crack por conta de ter se envolvido com um traficante após conseguir sua liberdade na Justiça; foi ai que lembrei da citada matéria jornalística dizendo que aquele Advogado se desfez do seu escritório, do seu carro, dos seus bens, vendendo ou trocando tudo pelo crack ou para pagar dívidas com traficantes; foi ai que eu senti que aquele cidadão abandonou a sua casa e passou a morar no submundo da sociedade de Aracaju, nas ruas, no mercado central, nas marquises dos prédios ou em pensões baratas junto à prostituição rasteira, com seus iguais, pelo crack e para o crack; foi ai que eu imaginei que aquele cidadão então sobrevivia de algum dinheiro que ainda restava da venda dos seus bens, ou quem sabe, de depósitos efetuados por familiares na sua conta bancaria; foi ai que eu vi que um cidadão bem vestido, alinhado, com terno, paletó e gravata impecáveis pode se transformar num mendigo, num zumbi, num morto-vivo; foi ai que eu vi que a vida daquele cidadão era somente o crack.</span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Certamente sentindo-se arrasado, desesperado, impotente para resolver o seu próprio infortúnio, o seu calvário, lançando um olhar no passado esse cidadão, antes feliz Advogado, viu o rumo errado que tomou, mas não teve forças para voltar atrás, não queria se curar, não admitia tratamento porque o crack era mais forte do que a sua vontade, o crack era mais forte do que ele. O seu presente era só o crack, o crack como o senhor do seu viver, o crack como seu dominador, o crack como destruidor da sua família, o crack como aniquilador da sua vida. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas.</span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">O crack é o grande mal do século, o mal dos males, a pior de todas as drogas, que se não for um mal que todos nós estejamos esclarecidos, irá nos afetar em qualquer momento de nossa vida ou na vida de quem mais amamos, como de fato aconteceu com esse cidadão e sua família, um jovem que estudou nos melhores colégios, que teve boas amizades, que se formou em Direito, que se tornou um Advogado, que tinha um bom escritório, que pretendia ser juiz por isso adormecia em cima de livros de tanto estudar, que tinha um bom futuro pela frente, mas que por ironia do destino, pelo poder sobrenatural dessa droga, tudo trocou pelo crack.</span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Rodeado e instado pelos sentimentos humanitários de enternecimento, compaixão, piedade até porque sempre fui dos maiores combatentes do crack, tanto na área repressiva quanto preventiva, com prisão de grandes traficantes na minha careira policial e inúmeros artigos de minha autoria pertinentes ao tema publicados em centenas de sites do Brasil, Portugal, Angola e Moçambique, logo pensei em falar com ele, oferecer algum tipo de ajuda moral, espiritual, mas seu olhar sisudo e com possibilidade de algum tipo de agressão me afastaram, me reprimiram até porque ele também não me reconheceu. Entretanto, todas as vezes que caminho pela citada área de Aracaju, procuro em vão e insistentemente com os meus curiosos olhos pelo triste cidadão entre os inchadinhos de cachaça ou barbudinhos zumbis do crack em muitos espalhados pela redondeza. Se o cidadão aceitou fazer tratamento, se fez ou faz tratamento em clinica de recuperação não sei, só sei que o poder de imensa e infinita bondade do nosso Criador pode sobrepor e derrotar o poder sobrenatural do crack como assim já fez com muitos. Assim, um dia espero ver aquele alegre Advogado de volta aos corredores do Tribunal de Justiça ou em Delegacias defendendo os seus clientes, menos os traficantes.</span></span><br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<br style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); " />
	<span style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Autor: Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Grad</span></p>
<p>
	<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/">http://www.folhadodelegado.jex.com.br</a><span style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; line-height: normal; text-align: justify; background-color: rgb(255, 255, 255); ">Fonte:&nbsp;</span></p>
<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[CONSELHO COM RELAÇÃO AS DROGAS]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/conselho%20com%20rela%c3%a7%c3%a3o%20as%20drogas/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	
		"Meu conselho com relação às drogas"
	
		Perdí meu querido pai quando tinha apenas seis anos de idade, razão pela qual fiquei privado de certos conselhos que só o genitor é&nbsp;capaz&nbsp;de proporcionar, não obstante o vício infeliz do álcool que o acompanhou até o fim da vida.


	

	
	"Meu conselho com relação às drogas"
	
	Perdí meu querido pai quando tinha apenas seis anos de idade, razão pela qual fiquei privado de certos conselhos que só o genitor é capaz de proporcionar,...<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></description>
         <pubDate>Sun, 06 Nov 2011 22:48:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<div class="detalhestopo" style="width: 740px; float: left; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 6px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; text-align: -webkit-center; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: medium; ">
	<div class="detalheschamada" style="width: 680px; float: left; padding-top: 10px; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 18px; font-weight: bold; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; ">
		"Meu conselho com relação às drogas"</div>
	<div class="detalhessintese" style="width: 730px; float: left; padding-top: 10px; padding-right: 4px; padding-bottom: 30px; padding-left: 10px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; font-style: italic; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: left; ">
		<taghw>Perdí meu querido pai quando tinha apenas seis anos de idade, razão pela qual fiquei privado de certos conselhos que só o genitor é&nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 102, 0); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; ">capaz</a>&nbsp;de proporcionar, não obstante o vício infeliz do álcool que o acompanhou até o fim da vida.</taghw></div>
</div>
<div class="boxanuncio" style="width: 160px; float: right; padding-top: 6px; padding-right: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 8px; margin-top: 0px; margin-right: 8px; margin-bottom: 8px; margin-left: 8px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; color: rgb(153, 136, 0); text-decoration: none; text-align: center; line-height: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
	<ins style="display: inline-table; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; height: 600px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; position: relative; visibility: visible; width: 160px; "><ins id="aswift_1_anchor" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; height: 600px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; position: relative; visibility: visible; width: 160px; "><iframe allowtransparency="true" frameborder="0" height="600" hspace="0" id="aswift_1" marginheight="0" marginwidth="0" name="aswift_1" scrolling="no" style="left: 0px; position: absolute; top: 0px; " vspace="0" width="160"></iframe></ins></ins></div>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; line-height: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
	<a border="0" href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=2623" target="_blank"><img align="center" border="0" height="294.230769231" src="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=2623" style="margin-top: 10px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; " width="450" /></a><br />
	"Meu conselho com relação às drogas"<br />
	<br />
	<taghw>Perdí meu querido pai quando tinha apenas seis anos de idade, razão pela qual fiquei privado de certos conselhos que só o genitor é capaz de proporcionar, não obstante o vício infeliz do álcool que o acompanhou até o fim da&nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 102, 0); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; ">vida</a>.</taghw><br />
	<br />
	Seguindo o "exemplo" de conceituados literatos no meu estado, enveredei pelo mundo das drogas, fumando maconha sofregamente. A porta de entrada para drogas mais pesadas é justamente por esse caminho, experimentar a "erva do diabo".<br />
	<br />
	<taghw>Ninguém queira saber como é triste a sina dos dependentes químicos. Conviví com pessoas perdidas no mundo das drogas, gente que não sabia o que faziam para saciar o vício. Só fiquei inteirado da situação quando Deus me concedeu a&nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 102, 0); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; ">oportunidade</a>&nbsp;sublime de me recuperar na fazenda da esperança santa Rosa.</taghw><br />
	<br />
	<taghw>Lá ouvi depoimentos tenebrosos, fiquei a par do que realmente as drogas proporcionam, do que as pessoas são capazes de fazer, como os pais são infelicitados pelo consumo de substâncias tão nocivas à&nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#" rel="nofollow" style="color: rgb(0, 102, 0); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; ">saúde</a>&nbsp;e ao convívio social.</taghw><br />
	<br />
	Não vale a pena querer trilhar novas experiências marcadas pelo consumo de drogas. O perigo que as substâncias entorpecentes proporcionam não credencia ninguém a tentar prová-las.<br />
	<br />
	É um mundo horripilante, marcado pelo inusitado, pois tudo pode acontecer, a qualquer momento, a morte ronda cada passo de um dependente químico, não há nada a mais a dizer a não ser que Anjos da guarda são responsáveis, com a permissão de Deus, por constantes livramentos daqueles que são infelicitados pela doença que é o consumo de drogas.<br />
	<br />
	Houve épocas em que o consumo de drogas era incentivado através de eventos destacados com alarde pela mídia. Esse absurdo ainda está presente, mas com conscientização e apoio notar-se-á que se trata de profundo equívoco a serviço de uma causa desastrada e sem princípios.<br />
	<br />
	Jovens, não queiram adentrar o submundo das drogas, cada milímetro quadrado desse obscuro universo é pautado nas tentações do inimigo.<br />
	<br />
	Com amor e perdão, com compaixão e dedicação de todos haverá condições de se vencer esse desafio que hoje está representado no avanço avassalador do consumo dessas porcarias que enodoam o físico e o espírito de todos que se deixam levar por esse caminho tortuoso e cheio de espinhos.<br />
	<br />
	Existem pessoas que lutam em favor da vida. Em todos os lugares há a Mão de Deus agindo de forma expressiva.<br />
	<br />
	Basta acessar sites como o da Fazenda da Esperança e o do nobre e honrado bacharel Dr. Archimedes Marques que constataremos a luta de gente boa em prol da vida, a fim de que esses males terribilíssimos sejam banidos da face da terra.<br />
	<br />
	Bebidas alcoólicas também são drogas e como tais devem ser tratadas de forma intransigente e inexorável a fim de que sejam proibidas, sejam banidas, tenham o consumo proibido ou limitado. Álcool é uma droga tão pesada quanto qualquer outra que provoque dependência química. Álcool também é uma desgraça que enodoa os corações e as mentes.<br />
	<br />
	Drogas não levam a nada, a não ser ao fundo do poço, à desmoralização, ás aflições próprias e também das famílias, as quais sofrem demais devido ao consumo adicto e desenfreado de tais mazelas que estão ameaçando toda a construção social.<br />
	<br />
	A vida boa é àquela sem drogas, sem ameaças, sem medo do amanhã, sem a menor tentação do mal nas portas dos sofridos pais de famílias. Vida boa é aquela que se pode viver plenamente, com Deus no coração e com o desfrute de todas as coisas benéficas que Ele nos proporciona cotidianamente.<br />
	<br />
	Venceremos o desafio que as drogas estão fomentando a partir do momento que nos unirmos e através da unidade proporcionada pela palavra do Filho do Homem, contida nos Evangelhos, possamos pregar a paz, a concórdia e a harmonia entre todas as pessoas a fim de que o mundo seja livre de todas as ameaças que no presente infelicitam os nossos lares.<br />
	<br />
	José Romero Araújo Cardoso, geógrafo, professor-adjunto da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte<br />
	CONTATO: romero.cardoso@gmail.com<br />
	<br />
	FONTE: http://www.liberdade96fm.com.br/web.html</div>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; line-height: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
	&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/" style="font-family: sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px; text-align: -webkit-auto; ">http://www.folhadodelegado.jex.com.br/</a></div>
<div class="detalhesinf2" style="float: left; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 6px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; color: rgb(0, 0, 102); text-decoration: none; text-align: left; line-height: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
	&nbsp;&nbsp;Autor: &nbsp;&nbsp;José Romero Araújo Cardoso</div>
<div class="detalhesinf2" style="float: left; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 6px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; color: rgb(0, 0, 102); text-decoration: none; text-align: left; line-height: normal; background-color: rgb(255, 255, 255); ">
	&nbsp;</div>
<br />
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[DEPOIMENTO DE UM PROFESSOR QUE SE ENVOLVEU COM O MUNDO DAS DROGAS]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/depoimento-de-um-professor-que-se-envolveu-com-o-mundo-das-drogas/</link>
         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	
		Professor pombalense abre o jogo e revela o drama de ter entrado para o mundo das drogas e da recuperação
	
		Aos quarenta e dois anos e em pleno processo de recuperação da dependência química, o professor universitário José Romero Araújo Cardoso (foto) é graduado em Geografia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), especialista em Geografia e Gestão Territorial, e Organização de Arquivos, além de Mestre em Desenvolvimento de Meio Ambiente.


	&nbsp;

	Professor pombalense...<br />
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         <pubDate>Sun, 25 Sep 2011 18:01:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/depoimento-de-um-professor-que-se-envolveu-com-o-mundo-das-drogas/</guid>
         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<div class="detalhestopo" style="width: 740px; float: left; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 6px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); ">
	<div class="detalheschamada" style="width: 680px; float: left; padding-top: 10px; padding-right: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 18px; font-weight: bold; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: center; ">
		Professor pombalense abre o jogo e revela o drama de ter entrado para o mundo das drogas e da recuperação</div>
	<div class="detalhessintese" style="width: 730px; float: left; padding-top: 10px; padding-right: 4px; padding-bottom: 30px; padding-left: 10px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; font-style: italic; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: left; ">
		Aos quarenta e dois anos e em pleno processo de recuperação da dependência química, o professor universitário José Romero Araújo Cardoso (foto) é graduado em Geografia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), especialista em Geografia e Gestão Territorial, e Organização de Arquivos, além de Mestre em Desenvolvimento de Meio Ambiente.</div>
</div>
<div class="boxanuncio" style="width: 160px; float: right; padding-top: 6px; padding-right: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 8px; margin-top: 0px; margin-right: 8px; margin-bottom: 8px; margin-left: 8px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(153, 136, 0); text-decoration: none; text-align: center; ">
	&nbsp;</div>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; ">
	<img align="left" border="0" height="200" src="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=2594" style="margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; " width="200" />Professor pombalense abre o jogo e revela o drama de ter entrado para o mundo das drogas e da recuperação<br />
	<br />
	DOM, 18 DE SETEMBRO DE 2011 12:43 NALDO SILVA GERAL<br />
	<br />
	Aos quarenta e dois anos e em pleno processo de recuperação da dependência química, o professor universitário José Romero Araújo Cardoso (foto) é graduado em Geografia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), especialista em Geografia e Gestão Territorial, e Organização de Arquivos, além de Mestre em Desenvolvimento de Meio Ambiente.<br />
	<br />
	Paraibano, natural de Pombal, José Romero é muito ligado ao meio cultural, possui muitos livros publicados e é membro de algumas entidades no segmento.<br />
	<br />
	Em entrevista ao jornal "O Mossoroense", o professor falou sobre seu envolvimento com as drogas, os problemas enfrentados em decorrência do vício e da decisão de mudar de vida, partindo de uma transformação espiritual.<br />
	<br />
	ABAIXO, A ENTREVISTA:<br />
	<br />
	O Mossoroense: O senhor está em um processo de recuperação, enfrentou alguns problemas devido ao envolvimento com drogas. Como tudo começou?<br />
	<br />
	José Romero Araújo Cardoso: Sou muito envolvido com o mando cultural. Sou escritor, tenho muitos livros publicados e milito em diversas instituições culturais no Rio Grande do Norte e na Paraíba, como o Instituto Cultural do Oeste Potiguar (Icop), como a Associação Paraibana de Imprensa. E no meio cultural é muito comum algumas pessoas usarem de forma irresponsável alguns tipos de droga. Então eu comecei a fumar maconha a partir do contato com alguns intelectuais paraibanos.<br />
	<br />
	O uso da maconha se estendeu até 2010, quando em razão de um trauma profundo, um problema existencial que ainda estou vivendo, um problema emocional grave que culminou exatamente na minha separação, eu comecei a usar crack, fumando sofregamente na lata. Isso daí me causou danos profundos e quando eu notei que estava morrendo eu pedi ajuda a Deus, que me enviou um colega meu da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), agora aposentado, chamado Anselmo Rodrigues da Costa.<br />
	<br />
	A partir da ajuda de Anselmo, eu tomei a decisão de buscar me recuperar em uma Fazenda da Esperança (fotos abaixo). A unidade da fazenda que fica em Serra do Mel, que fica perto de Mossoró, seria a ideal, mas eu raciocinei que lá eu encontraria talvez muitas pessoas com quem tive uma comunhão macabra no uso dessa droga terribilíssima. Então decidi me tratar na unidade da Fazenda Santa Rosa, em Garanhuns, no estado de Pernambuco.<br />
	<br />
	OM: As companhias influenciam ou a pessoa só entra no mundo das drogas se quiser?<br />
	<br />
	JR: É uma decisão de cada um. Só que a curiosidade é algo inerente ao ser humano, em querer experimentar algo que você não conhece. E no meu caso pessoas, escritores conceituados que usavam maconha, era uma espécie de modelo, de exemplo a ser seguido naquele momento.<br />
	<br />
	Você está se lançando no meio cultural e se fulano faz porque você não vai fazer. Então a partir disso, vendo muitas pessoas ligadas à cultura se drogar eu acompanhei.<br />
	<br />
	OM: Que tipo de drogas o senhor usou?<br />
	<br />
	JR: Usei maconha e crack, porque nunca me dei com a cocaína. Tentei usar cocaína em Cajazeiras, mas não senti nenhum prazer. Não tive experiências com outras drogas mais pesadas, mas a droga que leva ao fundo do poço é o crack, que precisa ser banida da face da Terra.<br />
	<br />
	OM: O que o senhor buscava no uso dessas substâncias, qual a sensação que elas proporcionavam?<br />
	<br />
	JR: A maconha me dava uma sensação de bem-estar, me fazia mergulhar em um mundo desconhecido que era algo inexplicável, uma sensação agradável. Com relação ao crack não tinha mais a questão do prazer, era dependência mesmo porque é uma droga avassaladora.<br />
	<br />
	Vi coisas muito graves em decorrência dessa droga, contadas pelos meus irmãos da Fazenda da Esperança, que me fizeram rever todos os meus conceitos e valores, porque eu tenho a convicção de que sou uma pessoa boa e não quero contribuir para a infelicidade de ninguém então o que eu ouvi desses irmãos, mudou radicalmente a minha vida. Ouvi coisas gravíssimas, de pessoas que roubaram e mataram por causa dessa droga para saciar o vício.<br />
	<br />
	OM: Como era o seu relacionamento com a sua família?<br />
	<br />
	JR: Sempre foi normal, eu nunca causei problemas para ninguém porque o meu temperamento é calmo, não é agressivo, mas eu notava minha mãe, velhinha, sucumbindo em razão de me ver me destruindo com o consumo sôfrego de droga, um consumo adicto mesmo de droga que vinha me debilitando física, moral e psicologicamente.<br />
	<br />
	Aonde eu ia chegar eu não sei, mas quando eu vi que o fundo do poço era o meu caminho eu resolvi parar, eu resolvi procurar ajuda. Resolvi seguir o que aquela voz que vinha na minha mente mandando eu me tornar um homem novo. As pregações do pastor Anselmo, que só descansou quando conseguiu me convencer, estão intimamente relacionadas ao agir de Deus em minha vida.<br />
	<br />
	OM: Hoje, em fase de recuperação, tem alguma coisa que o senhor perdeu que não tem como recuperar?<br />
	<br />
	JR: O passado passou, eu não penso nisso. A minha vida eu entreguei nas mãos de Deus, eu não me preocupo mais com o que eu perdi ou que deixei de ganhar. Isso aí não me interessa. O que me interessa é que a minha meta é me tornar um homem novo e o meu objetivo de vida agora é levar o amor a todos os meus semelhantes. O amor de Deus, que é o único que salva, não tem outro.<br />
	<br />
	OM: O senhor passou um período na Fazenda da Esperança Santa Rosa e pretende usar as experiências que vivenciou para ajudar a salvar outras pessoas. Como pretende fazer isso?<br />
	<br />
	JR: Deus vai encaminhar tudo bem direitinho, eu não vou me precipitar, tenho certeza de que aparecerão pessoas que comunguem o meu ideal a fim de viabilizar esse pleito. Confio plenamente que Deus agirá no sentido de que isso tudo seja concretizado, porque eu aprendi muito na Fazenda da Esperança, sobretudo no que diz respeito a respeitar o tempo de Deus.<br />
	<br />
	OM: O senhor agradece a Deus por estar conseguindo se libertar desse problema. Como era a sua relação com Deus e o que mudou depois dessa fase?<br />
	<br />
	JR: Já existia o contato, sou de uma família que uma parte é católica e a outra parte é evangélica. Eu sempre estive em contato com a palavra de Deus, mas às vezes você se torna rebelde em razão, por exemplo, de leituras, uma que me marcou muito foi Marx Webber em "A ética protestante e o espírito do capitalismo", eu sempre prensava que os evangélicos estivessem a serviço dos banqueiros suíços, dos industriais alemães e o objetivo seria alienar.<br />
	<br />
	Eu tinha a certeza de que Deus tem um amor infinito, mas tinha muito relutância em relação às religiões. Parte da minha família é descendente de judeus e eu sempre trouxe uma certa revolta por que a igreja através da inquisição matou muitos familiares meus, mas sempre tive a convicção de que Deus é a força maior do universo.<br />
	<br />
	OM: Qual a importância da espiritualidade para a transformação de vida de quem sofre com esse mal?<br />
	<br />
	JR: Toda a importância. A espiritualidade é essencial no sentido em que permite que nos relacionemos de forma coerente com o nosso semelhante, permite um contato maior com os desígnios de Deus. É impossível alguém pensar em seguir uma vida normal sem dimensionar a importância da espiritualidade.<br />
	<br />
	A palavra de Deus é tão importante que eu poderia até usar uma resposta de Cristo a Nicodemos, um príncipe judeu que indagava a Cristo sobre o que fazer para mudar. Você tem que nascer de novo, essa foi a resposta de Cristo. Nascer de novo como? Entrar no ventre da mãe e vir ao mundo novamente? Não.<br />
	<br />
	Você nasce de novo mudando seus hábitos e concepções. Você nasce de novo, justamente, incutindo uma nova mentalidade a cerca de suas relações com as pessoas, de seus objetivos de vida. Porque isso aqui é uma passagem, isso aqui não é permanente, não é infinito.<br />
	<br />
	Então acima de tudo você tem que saber que para conseguir esse intento, o reino de Deus, você tem que se arrepender de tudo que você fez e buscar novos caminhos, e ter amor a Deus sobre todas as coisas e amor pelo seu próximo.<br />
	<br />
	OM: Aqui na cidade algumas pessoas vêm levantando essa bandeira de combate ao uso de drogas e apoio às pessoas que procuram se recuperar. Qual a importância do trabalho dessas pessoas?<br />
	<br />
	JR: É um trabalho que não tem condições de você dizer qual é a importância porque é extraordinária. Porque o mundo está sendo contaminado por uma droga que tem muito do inimigo, que está tomando uma dimensão pandêmica. Então se não houver uma conscientização, se não houver ajuda de pessoas que tenham vontade de buscar contribuir para erradicar esse mal da face da terra eu não sei o que será do futuro da nossa sociedade.<br />
	<br />
	O futuro é incerto em razão dessa droga apocalíptica, e já me disseram que existe uma nova droga chamada oxy, que é pior do que o crack. Então a única coisa que eu posso dizer é que obrigado meu Deus por iluminar pessoas de bom coração que estão contribuindo muito.<br />
	<br />
	Eu devo demais ao pastor Anselmo e não sei como pagar pelo que ele fez e se preocupou comigo, pelas pregações, a insistência, a paciência, porque foi difícil, já que eu estava tão envolvido com essa droga que mesmo sentindo o espírito deixar meu corpo, porque eu estava morrendo, eu não estava querendo me recuperar.<br />
	<br />
	OM: Quais locais aqui na cidade que oferecem apoio às pessoas que necessitam de tratamento?<br />
	<br />
	JR: O primeiro passo é entrar em contato com o Grupo Esperança Viva, tem também o Betel, a Fazenda da Esperança ligada à Igreja Católica, o Desafio Jovem. Além dos narcóticos e alcoólicos anônimos, porque uma vida boa é uma vida sem nenhum tipo de drogas.<br />
	<br />
	OM: Qual o conselho que o senhor deixa para as pessoas que têm curiosidade em experimentar esse tipo de substância para saber como é?<br />
	<br />
	JR: Desistam, não vale a pena, nunca queira saber o que é ser escravo de uma droga poderosa como o crack. Resistam, não queiram saber como é triste a situação de uma pessoa submissa a essa droga violenta. Eu agradeço a Deus pela oportunidade que ele está me dando de me recuperar e eu peço a todos que não queiram saber dessa droga, que causa um mal tremendo, é violenta e que só vai prejudicar em todos os sentidos.<br />
	<br />
	Por Nara Andrade " naraandrade@gmail.com<br />
	FONTE: http://www.omossoroense.com.br/universo/entrevista<br />
	<br />
	FONTE: http://www.liberdade96fm.com.br/web.html &nbsp; / &nbsp;<a href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/">http://www.folhadodelegado.jex.com.br</a><br />
	--&nbsp;<br />
	José Romero Araújo Cardoso</div>
<div class="detalhesinf2" style="float: left; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 6px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/templates_tmp/template18705.css); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(0, 0, 102); text-decoration: none; text-align: left; ">
	&nbsp;&nbsp;</div>
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	&nbsp;</div>
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	Autor: &nbsp;&nbsp;José Romero Araújo Cardoso</div>
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	&nbsp;</div>
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	&nbsp;</div>
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	&nbsp;</div>
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	&nbsp;</div>
<div>
	&nbsp;</div>
<br />
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         <title><![CDATA[Meu Mundo | Série Meninos do Crack]]></title>
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         <description><![CDATA[
	&nbsp;

	&nbsp;

	Meu Mundo | Série Meninos do Crack

	&nbsp;

	&nbsp;

	Comunicação Portal Social

	&nbsp;

	Na sequência da série Meninos do Crack, conheça a história de Henrique. Ele tem dezoito anos, vem de uma família com nove filhos e convive com a droga desde criança.

	
	Meu mundo

	Ele entrava em casa como um maluco, sentava no sofá, pegava uma latinha de refrigerante, colocava a droga, acendia e fumava. Ali mesmo, sem pudor algum. Dentro da sua própria casa, junto dos seus filhos e...<br />
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         <pubDate>Sun, 25 Sep 2011 17:13:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<h1 style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 6px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.8em; font-weight: bold; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(1, 30, 60); ">
	Meu Mundo | Série Meninos do Crack</h1>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<big class="tipo-a" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; display: block; color: rgb(1, 30, 60); ">Comunicação Portal Social</big></p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Na sequência da série Meninos do Crack, conheça a história de Henrique. Ele tem dezoito anos, vem de uma família com nove filhos e convive com a droga desde criança.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	<br />
	<strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><font size="3" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">Meu mundo</font></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Ele entrava em casa como um maluco, sentava no sofá, pegava uma latinha de refrigerante, colocava a droga, acendia e fumava. Ali mesmo, sem pudor algum. Dentro da sua própria casa, junto dos seus filhos e da sua esposa. Meu pai fumava pedra.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Nem sabia o que era direito. Mas eu cresci, fui para o mundo e descobri que meu pai era um viciado em crack. Parece assustador, mas para mim não foi. Parece que já esperava por tudo aquilo. Eu nem pensava para não sofrer. Passei a me esconder dentro de mim mesmo, como um caracol que se esconde em sua casca quando se tem decepções. Permaneço assim: fugindo, calado, me drogando, sem dialogar e sem, ao menos, me questionar. Preso no meu mundo, só meu. Um mundo onde ninguém penetra, onde ninguém se preocupa com quem sou ou como vivo. Talvez nem eu mesmo.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Para mim, a vida parece não ter nada a oferecer. Saí de casa porque não suporto ver minha mãe bebendo e meus nove irmãos passando necessidades. Prossigo no meu caminho, sem rumo. Caminho vagamente, pelas ruas, olho as vitrines e admiro as roupas que nunca tive. Muitas vezes, sento no banco da praça e observo a multidão. Pessoas que vêm e que vão para seus lares, que buscam seus filhos na escola ou que vão para o trabalho. Me fecho, no meu mundinho, e me pergunto: “Para onde eu vou? Qual é meu caminho? Em busca do que ou de quem eu estou?”.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Minha família está no mesmo local onde nasci, mas para lá não volto. Não me sinto bem, em uma casa onde tem muitas brigas, discussões e tristezas. Fico pela rua, onde aprendi tudo muito cedo. Hoje, me olho no espelho e me sinto um velho, com dezoito anos. Vivi tanta coisa que parece que tenho quarenta.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Outro dia, enquanto eu estava cuidando uns carros para conseguir uma graninha, vi um homem morrer na minha frente. Aglomerou-se um monte de gente. Eu só olhei. Comentavam que tinha morrido do coração. Eu o conhecia das ruas. Quando a ambulância o levou, vi que tinha deixado o cachimbo. Morreu do quê? Acho que de tanto fumar. Ele estava dando um estouro, aí, foi. Cachimbo do lado. Estourou a veia do pescoço dele: cemitério.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	A vida é assim, ou sou eu que sempre vi ela dessa forma trágica e sem sentido. Tudo parece não ter sentido. Sou filho do mundo, quem me criou foi ele. Gosto da rua porque posso fazer o que quiser, ninguém me manda. Sem segurança, eu aprendi a viver e a me defender muito cedo. Junto com isso, conheci as drogas e o pior: o crack.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Nada de sonhos para mim. Viciado em crack e sozinho no mundo. É assim que me sinto, ninguém se importa. Já trabalhei de servente de pedreiro, antes de começar no crack. Eu não passei a minha vida roubando e estourando lojas. Sinto uma tristeza. O meu mundo é estranho, sem lar. Aonde eu vou tem gente se drogando. Vou ver minha mãe, tem uma boca do lado da casa dela, ai só vejo pedra na minha frente.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Elas estão em todos os lugares, mesmo que eu fuja. Elas vão estar sempre comigo, aonde quer que eu vá. Tudo faz com que as pedras fiquem no meu caminho.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Queria me internar, mas é difícil. Não tenho acesso a nada, não tenho dinheiro e nem apoio. Então, vai passando o tempo.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Acordo em um ambiente onde todos se drogam. Somos em seis, às vezes mais. Ficamos em uma casa onde não tem nada. Às vezes, só fico observando: um que briga com o outro por causa de um pega, o outro que se queixa de fome e o outro que sai correndo roubar. Me tranco no meu mundo e não falo nada. Nem penso muito, fico na minha. Nada vai mudar. Vou fazer o quê? Não tenho saída, nem expectativas e nem ninguém para contar. Sempre foi assim, acho que desde que eu nasci. Não tive amor, nem carinho de mãe. Como ela tem mais nove filhos, temos que nos virar. A vida me ensinou que tenho que ir atrás. Se eu quero alguma coisa, tenho que ir sozinho.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Fiquei feliz hoje. Depois de muito tempo, eu sorri. Encontrei uns bichos de pelúcia em um lixo, ai cada criança que passava por perto de mim eu dava um bichinho. As crianças ficavam felizes e eu também. Eles estão sujos, mas dá para brincar. Eu queria que alguém também tivesse me dado algo, mas isso não ocorreu.</p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	Tenho um metro e sessenta e sete centímetros e peso quarenta e cinco quilos. As pedras estão acabando comigo. Não tenho esperanças de viver por muito tempo.<br />
	<br />
	<br />
	<em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">Este texto faz parte do livro&nbsp;</em><a href="http://www.meninosdocrack.com.br/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: none; color: rgb(100, 39, 122); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">Meninos do Crack</em></a><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">, da jornalista Ana Paula Nonnemacher.</em></p>
<p style="margin-bottom: 0px; padding-bottom: 12px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
	<a href="http://www.clicrbs.com.br/">http://www.clicrbs.com.br</a></p>
<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[CARTA AOS DEPENDENTES QUIMICOS]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/carta-aos-dependentes-quimicos/</link>
         <description><![CDATA[&#160;Carta aos dependentes químicos
Amadeu Epifanio - Rio de Janeiro(RJ)&#160;

Olá à todos. Esta é uma carta desenvolvida para os dependentes químicos para ajudá-los na luta diária para se livrar da influência das drogas. Gostaria que os participantes e leitores aqui do fórum, copiasse e à fizesse chegar aos seus destinatários, dependentes e clínicas de recuperação. Com isso estaremos favorecendo a nossa segurança pública e também da população. Obrigado.
&#160;&#160; &#160; &#160; &#160;...<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></description>
         <pubDate>Sat, 25 Jun 2011 13:40:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/carta-aos-dependentes-quimicos/</guid>
         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<h3>&#160;<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 85); font-family: Arial, Times; font-size: 18px; font-weight: bold; ">Carta aos dependentes químicos</span></h3>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/); font-family: Arial, Times; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; font-size: 11px; "><span style="color: rgb(128, 0, 0); font-size: 12px; font-weight: normal; ">Amadeu Epifanio - Rio de Janeiro(RJ)&#160;<br />
<br />
Olá à todos. Esta é uma carta desenvolvida para os dependentes químicos para ajudá-los na luta diária para se livrar da influência das drogas. Gostaria que os participantes e leitores aqui do fórum, copiasse e à fizesse chegar aos seus destinatários, dependentes e clínicas de recuperação. Com isso estaremos favorecendo a nossa segurança pública e também da população. Obrigado.<br />
&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;.<img alt="" src="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=777" /><br />
SEM PEDIR LICENÇA&#160;<br />
.<br />
É a forma singela de como as drogas entram na vida dos jovens, dos adolescentes e de outras idades. Elas entram enfiando o pé na porta (da mente), invade sem pedir licença (depois claro, de você já ter permitido o acesso dela, consumindo ou experimentando) e assume logo o primeiro lugar, na fila das tuas prioridades. Tua mente, obediente como nunca, obedecerá, pois todas suas prioridades se resumiram em apenas uma(...).<br />
Na grande maioria das vezes, a droga entra, justamente pela ausência de prioridades, planos ou projetos (mesmo aqueles de curto prazo), na vida de uma pessoa. Você já deve ter ouvido a expressão "cabeça vazia, oficina do diabo". Pois é, é por aí. Esta expressão vale tanto para experimentar quanto para consumir, depois da dependência.<br />
Quanto maior o tempo de dependência, maior deverá o esforço para tentar abandoná-la e como foi "paixão à primeira vista", a droga também resistirá em abandoná-lo(a) e, sem fazer muito esforço, diga-se de passagem. Como já havia dito lá encima, a droga tomou o primeiro lugar na fila das tuas prioridades e jogou estas lá para baixo. Se quiser realmente largar as drogas, terá de resgatar as prioridades e lutar por elas para tomá-la de volta. Idealize projetos, abrace uma causa e seja persistente e determinado na sua manutenção e sustentação. Não relaxe nem baixe a guarda. Mantenha-se ocupado.<br />
Imagine você como um atleta, cujo o lugar no ranking, ainda está lá embaixo. Mas é ganhando uma medalha por dia (sem consumir), que e o seu nome vai subindo e a droga vai descendo e trocando de lugar com as prioridades que você estabeleceu como importantes para você, desde que benéficas, saudáveis, produtivas e éticas.<br />
Não basta só querer largar as drogas, sem um contra-esforço de peso. A balança está tendendo pro lado da droga hoje, mas dia após dia, com as medalhas conquistadas, essa balança irá superar e ultrapassar o peso lá do outro lado, até que ela não mais assombre a tua vida outra vês.<br />
Agora, nada disso será possível sem uma ajuda incondicional e você sabe de quem estou falando, não sabe ? Isso mesmo. Deus, nosso Pai. Se ainda não se apresentou à Êle, não demora. Se já o conhece, cola NÊle e não o largue mais. Partilhe com Êle este "abacaxi" que tu arrumou e peça ajuda para descascar um pouco à cada dia e depois é só desfrutar do sabor da vitória, ok ?<br />
.<br />
"Aceita tudo o que te acontecer e permanece em paz na tua dor,/ e no tempo da humilhação, têm paciência;/ porque no fogo se prova o ouro e a prata,/ e os homens amados no cadinho da humilhação".<br />
(Eclesiástico 2, 4-5)<br />
.<br />
Projeto Conscientizar<br />
.<br />
Viver bem é Possível !</span>&#160;</div>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/); font-family: Arial, Times; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; font-size: 11px; ">&#160;Fonte:<span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 0); "><a style="font-weight: bold; text-decoration: underline; color: rgb(88, 146, 3); " href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/">http://www.folhadodelegado.jex.com.br</a></span></div><br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[DEPOIMENTO CHOCANTE SOBRE DROGAS E AIDS:]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/depoimento-chocante-sobre-drogas-e-aids-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
DEPOIMENTO CHOCANTE SOBRE DROGAS E AIDS:

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:

&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
&#160;

DEPOIMENTO CHOCANTE SOBRE DROGAS E AIDS:

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta...<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></description>
         <pubDate>Sat, 07 May 2011 14:00:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/depoimento-chocante-sobre-drogas-e-aids-/</guid>
         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<h3>DEPOIMENTO CHOCANTE SOBRE DROGAS E AIDS:</h3>
<p>
<div class="detalhessintese" style="width: 730px; float: left; padding-top: 10px; padding-right: 4px; padding-bottom: 30px; padding-left: 10px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/); font-family: Arial, Times; font-size: 14px; font-weight: normal; font-style: italic; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: left; ">Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no<br />
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane<br />
minha amiga escrever esta carta que será<br />
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja<br />
tarde demais:</div>
</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;<img alt="" src="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=871" /></p>
<div class="detalhesintegra" style="float: none; padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; padding-left: 30px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-color: rgb(255, 170, 0); border-right-color: rgb(255, 170, 0); border-bottom-color: rgb(255, 170, 0); border-left-color: rgb(255, 170, 0); background-image: url(http://www.folhadodelegado.jex.com.br/); font-family: Arial, Times; font-size: 12px; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; color: rgb(85, 85, 85); text-decoration: none; text-align: justify; "><a border="0" target="_blank" href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/includes/imagem.php?id_jornal=18705&amp;id_noticia=871"><br />
</a>DEPOIMENTO CHOCANTE SOBRE DROGAS E AIDS:<br />
<br />
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no<br />
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane<br />
minha amiga escrever esta carta que será<br />
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja<br />
tarde demais:<br />
<br />
Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente<br />
<taghw><a style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; " href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#">família</a>&#160;de classe média alta Florianópolis. Meu pai é</taghw><br />
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou<br />
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e<br />
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube<br />
aproveitar.<br />
<br />
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e<br />
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do<br />
concurso que selecionou as novas Paquitas<br />
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um<br />
<taghw>Book na Agência Elite&#160;<a style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; " href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#">em São Paulo</a>.</taghw><br />
<br />
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a<br />
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de<br />
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os<br />
garotos do colégio aos meus pés.<br />
<br />
Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,<br />
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a<br />
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.<br />
<br />
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino<br />
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de<br />
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.<br />
<br />
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais<br />
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no<br />
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.<br />
<br />
À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão<br />
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.<br />
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.<br />
<br />
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava<br />
<taghw>escondido da minha&#160;<a style="color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial; " href="http://www.folhadodelegado.jex.com.br/#">mãe</a>&#160;o Licor Amarula, mas nunca tinha</taghw><br />
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER,<br />
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.<br />
<br />
Que sensação legal curti a noite inteira<br />
'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas<br />
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com<br />
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor<br />
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os<br />
otários' não percebiam.<br />
<br />
Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase<br />
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas<br />
injeções de glicose para melhorar. Quando fui<br />
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu<br />
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor<br />
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como<br />
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de<br />
S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem<br />
imaginava que naquele dia eu estava sendo<br />
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no<br />
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da<br />
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o<br />
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso<br />
baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.<br />
<br />
No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina<br />
careta', mexeram com nossos brios e acabamos<br />
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de<br />
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora<br />
experimentei novamente.<br />
<br />
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia<br />
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser<br />
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.<br />
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa<br />
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas<br />
experiências, e não demorou muito para eu novamente<br />
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.<br />
<br />
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando<br />
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem<br />
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do<br />
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.<br />
<br />
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com<br />
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um<br />
monte de porcaria.<br />
<br />
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com<br />
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não<br />
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada<br />
um cedia para diluir o pó.<br />
<br />
No início a minha mesada cobria os meus custos com as<br />
malditas, porque a galera repartia e o preço era<br />
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00<br />
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$<br />
20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.<br />
<br />
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus<br />
'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o<br />
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite<br />
inteira e depois... farra!<br />
<br />
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais<br />
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles<br />
não tinham nada a ver com a minha vida...<br />
<br />
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou<br />
trocar por drogas...Aos poucos o dinheiro foi faltando e<br />
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que<br />
pagavam bem.<br />
<br />
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para<br />
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha<br />
família foi se desestruturando.<br />
<br />
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.<br />
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para<br />
tentar reverter o quadro.<br />
<br />
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas<br />
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,<br />
bons amigos e família.<br />
<br />
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi<br />
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,<br />
não sei se me picando, ou através de relações sexuais<br />
muitas vezes sem camisinha.<br />
<br />
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os<br />
homens pagavam mais para transar sem camisinha.<br />
<br />
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,<br />
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até<br />
Deus, tudo me parecia ridículo.<br />
<br />
Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou<br />
deixar de amá-los.<br />
<br />
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a<br />
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,<br />
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,<br />
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração<br />
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas<br />
percebo que é tarde demais pra mim.<br />
<br />
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital<br />
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,<br />
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia<br />
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram<br />
essa carta, de parada cardíaca respiratória em<br />
conseqüência da AIDS. &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;&#160;Autor: &#160;&#160;PATRICIA (FALECIDA POR CONTA DAS DROGAS E DA AIDS) &#160;Fonte: www.folhadodelegado.jex.com.br</div><br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Histórias de renascimento]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/historias-de-renascimento/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

Fazenda Esperança: histórias de renascimento
ZH acompanhou durante 21 dias a luta contra o flagelo das drogas




&#160;
Nilson Mariano &#160;|&#160;&#160;nilson.mariano@zerohora.com.br
&#160;
Um dos orgulhos do responsável pela Fazenda da Esperança de Casca, Ari Augusto Cortez, 29 anos, é aumentar a lista de ex-internos que venceram o crack.

Diante dos que duvidam da possibilidade de cura, Cortez empilha nomes dos que recuperaram a dignidade.

Um deles é Luiz Felipe Bordin, 21 anos,...<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></description>
         <pubDate>Sat, 26 Mar 2011 13:35:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/historias-de-renascimento/</guid>
         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<div class="bloco titulo" style="margin-top: 6px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.8em; font-weight: bold; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">Fazenda Esperança: histórias de renascimento</h1>
<h3 class="tipo-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.3em; font-weight: normal; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">ZH acompanhou durante 21 dias a luta contra o flagelo das drogas</h3>
</div>
<div class="bloco" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<div class="largura-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; width: 35.5em; float: left; ">
<div class="bloco" id="principal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 1.2em; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
<div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</div>
<big class="tipo-a" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; display: block; color: rgb(194, 0, 0); ">Nilson Mariano &#160;|&#160;&#160;<a title="Nilson Mariano" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: underline; color: rgb(194, 0, 0); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " href="mailto:nilson.mariano@zerohora.com.br">nilson.mariano@zerohora.com.br</a></big>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(0, 0, 128); ">Um dos orgulhos do responsável pela Fazenda da Esperança de Casca, Ari Augusto Cortez, 29 anos, é aumentar a lista de ex-internos que venceram o crack.<br />
<br />
Diante dos que duvidam da possibilidade de cura, Cortez empilha nomes dos que recuperaram a dignidade.<br />
<br />
Um deles é Luiz Felipe Bordin, 21 anos, de Erechim, que auxilia o pai numa revenda de carros. A partir dos 13 anos, ele usou maconha, depois cocaína e álcool. Experimentou o crack em Passo Fundo, durante uma balada de jovens, aos 16 anos. Então, foi tragado pelo sugadouro que devora os dependentes: furtou da família, perdeu o emprego, transformou-se num fiapo, foi expulso de casa.<br />
<br />
Luiz Felipe tratou-se por 13 meses na Fazenda da Esperança. Aos 18 anos, abandonou o crack. Qual a receita do milagre? Simplesmente pôs um fim, e pronto. Hoje, estufa o peito para garantir:<br />
<br />
—&#160;O crack não me faz falta.<br />
<br />
Um empresário e universitário de Porto Alegre, 26 anos, que prefere não se identificar, também saiu da Fazenda da Esperança com a carta de alforria. Ele chegava a se hospedar nas bocas de tráfico das vilas, fumando a pedra em ambientes sórdidos até para ratazanas&#160;— fracamente iluminados por velas, o chão forrado de guimbas. Quando findava o dinheiro, entregava o relógio, o celular, o tênis, também o som e o estepe do carro para o traficante. Voltava para casa de madrugada, encontrava a mãe no corredor, em pânico, os olhos cravados no teto.<br />
<br />
—&#160;Os familiares tentam ajudar, heroicamente, mas ficam dependentes também&#160;— avalia.<br />
<br />
Ele consumiu crack pela última vez em 4 de agosto de 2005&#160;— data que considera o segundo nascimento. No dia seguinte, entrou na Fazenda da Esperança com aparência de “cabide”, as roupas folgadas devido à magreza. No início, rebelou-se, telefonou à família pedindo para voltar. Certa vez, enquanto carregava pedras numa obra, reclamou que não era escravo. Então, ouviu um argumento que o fez refletir:<br />
<br />
—&#160;É, mas tu carregava uma TV nas costas, até a boca-de-fumo, para comprar a pedra...<br />
<br />
Ao deixar a fortaleza, recuperado, reorientou o estilo de vida: dedica-se à família, é pai de uma menina, preza a honestidade, assume responsabilidades e cortou a boemia. Eventualmente, haveria o temor das tentações do crack? A resposta é firme:<br />
<br />
—&#160;Tenho claro que, se vacilar, o tombo pode ser grande, e as conseqüências, fatais... O que me faz forte é a humildade.<br />
<br />
<b>EX-USUÁRIOS SE DEDICAM A AUXILIAR DEPENDENTES</b><br />
<br />
Quem se livrou do crack, como Luís Henrique Ferreira Fonseca, o Kike, 25 anos, resolveu ajudar a Fazenda da Esperança. Por ter submergido nos abissais da droga, é um dos que melhor entende as necessidades dos internos.<br />
<br />
Experiência e sofrimento não lhe faltam. A partir dos 14 anos, Kike provou todas as drogas com as quais deparou&#160;— maconha, cocaína, ecstasy, LSD, lança-perfume e, o mais temível, o crack. Admite que era uma dinamite de problemas: integrava gangue de bairro, traficava para se auto-abastecer e lucrar, gostava de arrumar confusão:<br />
<br />
—&#160;Era revoltado, briguento, boca dura...<br />
<br />
Em 13 de fevereiro de 2004, ingressou na Fazenda da Esperança. No início, insurgiu-se: achava “um saco” rezar o terço, reclamava da comida empaçocada, das regras, desconfiava das gentilezas.<br />
<br />
—&#160;Com o tempo, vi que os outros estavam mudando, estavam felizes...<br />
<br />
Contrariando as expectativas, Kike cumpriu os 12 meses de abstinência e regressou a Curitiba, onde morava. Recomeçou a faculdade, trabalhou numa academia de ginástica, virou triatleta. Tudo ia bem, sem drogas, mas um vazio lhe corroía. Então, aceitou ser um dos padrinhos (assistente do responsável) na Fazenda da Esperança. Agora, é um paladino contra o crack.<br />
<br />
<strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">A conversão do ex-pistoleiro&#160;<br />
<br />
</strong>O interno de 34 anos esmigalha coquinhos com uma pedra, acocorado no chão da enorme gaiola, para extrair do caroço um vermezinho apreciado pelos dois sagüis que saltitam ao redor. Despedaça os frutos com metódica paciência, alimentando os pequenos primatas que se penduram nas suas mãos e escalam seus ombros, ávidos pelo banquete de larvas.<br />
<br />
—&#160;Gosto de fazer isso, esses bichinhos me acalmam&#160;— diz ele.<br />
<br />
Mas já houve tempo em que a tarefa foi arrebentar cabeças humanas a tiros ou pauladas. Pistoleiro de um traficante de drogas em Porto Alegre, sua função era matar os que atrapalhavam os negócios do patrão. Eram como vermes a serem eliminados.<br />
<br />
—&#160;Pessoas que não prestavam...&#160;— lembra, sem interromper o esmagamento dos coquinhos no gaiolão que fica no pátio da Fazenda da Esperança.<br />
<br />
A recuperação desse interno, que não pode ser identificado, demonstra que a entidade está libertando do crack até mesmo quem se engolfou na violência. Ele assaltou, puxou cadeia e foi xerife da implacável lei do tráfico com sua pistola automática calibre .380.<br />
<br />
A serviço do traficante, foi impiedoso. As execuções começaram em 1997, quando cinco jovens arrombaram o local onde eram guardadas drogas, crack, armas e dinheiro, na vila da Capital. Prejuízo: R$ 25 mil. Pena: pagar com juros ou morrer.<br />
<br />
O primeiro dos ladrões foi apanhado no corredor de um conjunto habitacional. O amigo dos sagüis o amarrou na posição do frango (tipo pau-de-arara), com as pernas dobradas, os joelhos pressionando a barriga, as mãos para trás, e o surrou com a fivela do cinto, na região dos genitais, onde mais dói. Depois de obter a confissão do paradeiro dos outros, eliminou-o com um tiro. O corpo foi jogado num valão. Os demais tiveram o mesmo fim.<br />
<br />
<strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">CURRÍCULO DE MORTES TROCADO POR DEVOÇÃO À BÍBLIA<br />
<br />
</strong>Como pistoleiro, a missão era não tolerar “chinelagens” no bairro. Pequenos larápios que roubam mulheres na parada do ônibus, furtam roupa de varal, assaltam o armazém e surrupiam o botijão de gás da faxineira, com o propósito de obter dinheiro para comprar drogas, são chamarizes da polícia. Na primeira vez, ele avisava o faltoso:<br />
<br />
—&#160;Ô, meu, tu tá chineleando no bairro. Se precisa de droga, pode abrir uma conta...<br />
<br />
Se o ladrãozinho insistisse, a fissura da droga se sobrepondo ao medo, vinha a segunda advertência: o espancamento até desfalecer. Na terceira falta, não havia clemência. O infrator era capturado na rua, aos chutes e bofetadas, à luz do dia, na frente dos moradores, para escarmento público. Levado aos fundos da vila, sofria uns tiros nas pernas e nos pés (antes de morrer), se fosse dos mais cabeçudos. Ele recorda que alguns imploravam misericórdia.<br />
<br />
—&#160;Pelo amor de Deus, não me matem.<br />
<br />
—&#160;Mas te avisamos...&#160;— sentenciava.<br />
<br />
Em abril, ele cansou de matar, vomitar cocaína e se empanturrar de crack. Jogou a pistola fora, entrou na Fazenda da Esperança, hoje é um dos primeiros a empunhar a enxada para a lida na horta. Antes de dormir, o dedo que apertava o gatilho escolhe, aleatoriamente, algum trecho da Bíblia para meditação. No silêncio da noite, murmura uma Ave-Maria e um Pai-Nosso. E se penitencia dos pecados. &#160;&#160;</span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(0, 0, 128); ">Fonte:&#160; </span><span class="Apple-style-span" style="font-size: 10px; line-height: 10px; "><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/">http://zerohora.clicrbs.com.br</a></span></p>
</div>
</div>
</div><br />
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      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Fazenda Esperança: o esforço de internos para se livrar do crack ]]></title>
         <link>http://buennoreflexoesedicas.webnode.pt/news/fazenda%20esperan%c3%a7a%3a%20o%20esfor%c3%a7o%20de%20internos%20para%20se%20livrar%20do%20crack%20/</link>
         <description><![CDATA[&#160;

Fazenda Esperança: o esforço de internos para se livrar do crack
ZH acompanhou durante 21 dias a luta contra o flagelo das drogas




&#160;
Nilson Mariano &#160;|&#160;&#160;nilson.mariano@zerohora.com.br
&#160;
Usuários de crack não costumam estacionar no fundo do poço das drogas. O que seria o porão do inferno ainda não é o fim da linha. É apenas a primeira estação do sumidouro que arrasta as vítimas do beijo da lata – alusão à forma como a pedra é fumada.&#160;

A queda livre, por...<br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></description>
         <pubDate>Sat, 26 Mar 2011 13:27:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<div class="bloco titulo" style="margin-top: 6px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.8em; font-weight: bold; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">Fazenda Esperança: o esforço de internos para se livrar do crack</h1>
<h3 class="tipo-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.3em; font-weight: normal; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">ZH acompanhou durante 21 dias a luta contra o flagelo das drogas</h3>
</div>
<div class="bloco" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<div class="largura-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; width: 35.5em; float: left; ">
<div class="bloco" id="principal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 1.2em; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
<div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</div>
<big class="tipo-a" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; display: block; color: rgb(194, 0, 0); ">Nilson Mariano &#160;|&#160;&#160;<a title="Nilson Mariano" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: underline; color: rgb(194, 0, 0); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " href="mailto:nilson.mariano@zerohora.com.br">nilson.mariano@zerohora.com.br</a></big>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(0, 51, 0); "><span class="Apple-style-span" style="line-height: 1.3em; ">Usuários de crack não costumam estacionar no fundo do poço das drogas. O que seria o porão do inferno ainda não é o fim da linha. É apenas a primeira estação do sumidouro que arrasta as vítimas do beijo da lata – alusão à forma como a pedra é fumada.&#160;</span><span class="Apple-style-span" style="line-height: 11px; "><b><br />
</b></span></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(0, 51, 0); ">A queda livre, por vezes, não tem volta. O crack devora a saúde, reduz corpos a esqueletos ambulantes. O crack devasta reputações, transforma honestos em ladrões capazes de furtar da própria mãe. O crack pulveriza o patrimônio, é uma fábrica de mendigos. E também aciona o gatilho da violência.</span></p>
<p align="center" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><a style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: none; color: rgb(102, 102, 102); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/cracknempensar/19,0,2525128,Fazenda-Esperanca-o-esforco-de-internos-para-se-livrar-do-crack.html"><span style="color: rgb(0, 51, 0); "><img width="340" border="0" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; border-style: initial; border-color: initial; " alt="" src="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/swf/grafico_21_dias_no_casarao_da_esperanca/thumb.jpg" /></span></a><span style="color: rgb(0, 51, 0); "><em style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><br />
</em></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(0, 51, 0); ">A partir de hoje, numa série de reportagens que se encerra na quarta-feira, Zero Hora revela os esforços dos que se internaram na Fazenda da Esperança, em Casca, para tentar escapar do precipício das drogas – dois terços envolvidos com o crack. Com 25 anos de atuação, 52 filiais espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, a entidade vem obtendo vitórias. Pequenas, mas alentadoras. De cada 10 usuários que entram, entre dois e quatro completam o tratamento. Alguns sofrem recaídas, mas outros se mantêm como testemunhas de que é possível se libertar da droga que se tornou uma epidemia.<br />
<br />
Instituições como a Fazenda da Esperança, cuja sede em Guaratinguetá (SP) foi visitada pelo papa Bento XVI em 2007, são o último refúgio para as vítimas do flagelo. Diante da falta de estrutura do Estado, são elas que amparam os desesperados sem dinheiro para bancar um tratamento particular.<br />
<br />
Na Fazenda da Esperança, ZH pôde acompanhar as fases pelas quais passam os 70 internos. Como vêm da sordidez das bocas-de-fumo, alguns estranham o oásis de oração, disciplina e suor. Os mais rebeldes abortam o tratamento.<br />
<br />
No período em que ZH permaneceu na fazenda – com autorização do responsável e sem ocultar a condição de repórter –, seis internos foram embora antes do tempo.<br />
<br />
Cada entidade tem sua receita contra o crack. A Fazenda da Esperança, de orientação católica, assenta-se num tripé: trabalho, religiosidade e convivência. Não há remédios nem profissionais médicos. Auto-sustentável e operando com voluntários, ela persegue um objetivo: trocar a dependência dos tóxicos por uma nova atitude de viver. E garante que perseverança e fé tiram do abismo.</span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">Fonte: &#160;<span class="Apple-style-span" style="font-size: 10px; line-height: 15px; "><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/">http://zerohora.clicrbs.com.br</a></span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</p>
</div>
</div>
</div><br />
&lt;link rel=&quot;alternate&quot; type=&quot;application/rss+xml&quot; href=&quot;http://flux.netaffiliation.com/rsscp.php?maff=165959F7AA44E503329449&quot; title=&quot;Todos os c&amp;#243;digos promocionais actuais&quot;&gt;]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Em Florianópolis, casa de traficante virou salvação]]></title>
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         <description><![CDATA[&#160;

Em Florianópolis, casa de traficante virou salvação
O que na década de 80 foi reduto de criminoso hoje é esperança de vida para dependentes químicos




&#160;
Diogo Vargas &#160;|&#160;&#160;diogo.vargas@an.com.br
Os muros altos para esconder o casarão, piscina, campo de futebol, área verde, em região afastada do Centro, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, guardavam a história de um lendário traficante brasileiro que se refugiou em Santa Catarina nos anos 80: Paulinho da Matriz,...<br />
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         <pubDate>Sat, 26 Mar 2011 13:19:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[DEPOIMENTOS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<div class="bloco titulo" style="margin-top: 6px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.8em; font-weight: bold; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">Em Florianópolis, casa de traficante virou salvação</h1>
<h3 class="tipo-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.3em; font-weight: normal; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(194, 0, 0); ">O que na década de 80 foi reduto de criminoso hoje é esperança de vida para dependentes químicos</h3>
</div>
<div class="bloco" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 2px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: Tahoma, Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; ">
<div class="largura-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; width: 35.5em; float: left; ">
<div class="bloco" id="principal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 4px; padding-right: 1.2em; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">
<div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; ">&#160;</div>
<big class="tipo-a" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 16px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; display: block; color: rgb(194, 0, 0); ">Diogo Vargas &#160;|&#160;&#160;<a title="Diogo Vargas " style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: underline; color: rgb(194, 0, 0); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " href="mailto:diogo.vargas@an.com.br">diogo.vargas@an.com.br</a></big>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1.3em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; "><span style="color: rgb(51, 51, 51); ">Os muros altos para esconder o casarão, piscina, campo de futebol, área verde, em região afastada do Centro, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, guardavam a história de um lendário traficante brasileiro que se refugiou em Santa Catarina nos anos 80: Paulinho da Matriz, do Comando Vermelho (CV) carioca, encontrou na capital catarinense o recanto ideal para fugir da polícia e expandir os negócios ilícitos.&#160;<br />
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Leia a série completa:<br />
</span><a style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; text-decoration: none; color: rgb(102, 102, 102); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/cracknempensar/19,0,2525571,Em-Florianopolis-casa-de-traficante-virou-salvacao.html"><span style="color: rgb(51, 51, 51); ">Baixe o arquivo (PDF)</span></a><span style="color: rgb(51, 51, 51); "><br />
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Naquele tempo, Paulinho da Matriz figurava na lista dos bandidos mais perigosos do País, ao lado de José Carlos Reis Encina, o “Escadinha”, Dênis da Rocinha e Meio-quilo. Era a partir deles que o tráfico firmava suas ações no Rio de Janeiro e dominava as favelas. Dizem moradores do Leste da Ilha, onde fica a casa, que Matriz mandou fazer até uma pequena pista de pouso no mato em frente para receber aviões com drogas.&#160;<br />
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Outro boato é de que mantinha uma onça no pátio. O traficante foi preso pela Polícia Federal em 1986. Armas e bebidas foram encontradas na casa. Anos depois, solto, morreu em confronto com a polícia no Rio. “Era um líder de favela no Rio que veio se esconder aqui. Tinha poder econômico e comprou muitos terrenos na cidade”, lembra o delegado licenciado da PF, Ildo Rosa.&#160;<br />
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Vazio, o casarão foi ocupado por voluntários do Grupo de Apoio e Prevenção à Aids (Gapa) e passou a receber portadores do HIV, a maioria infectada pelo uso compartilhado de seringas. Há 15 anos, a casa do traficante virou salvação para dependentes químicos e hoje abriga o Lar Recanto da Esperança. Já a área em frente, de 53 mil metros quadrados, continua sem uso.&#160;<br />
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Acácio Mello Filho, 43 anos, diretor administrativo, é um dos que se engajaram desde a ocupação do lugar na tentativa de devolver o valor da vida aos usuários de drogas. O lar regularizou-se, mantém 44 pacientes, 90% deles são prisioneiros do crack. O Figueirense Futebol Clube contribui com a entidade.&#160;<br />
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Corrimão, Placa, Begor e Caixote, personagens cujas vidas foram devastadas pelo crack, são alguns dos internos dispostos a largar o vício. “Eles estão aqui porque querem. As portas ficam abertas para quem quiser sair. Ninguém veio forçado, mas porque chegou ao fundo do poço”, diz o diretor. Na casa, os pacientes se ocupam na horta, atividades rurais e esportivas, cozinha e oração. Recebem acompanhamento médico e odontológico.&#160;<br />
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O diretor Acácio está assustado com o crack e a violência que envolve os usuários. Soube de casos em que fumam com restos de catalisadores de veículos (tubo de escapamentos). Os pacientes, conta, chegam alterados, e as doenças mais comuns são hepatite e do pulmão. Carlos Roberto da Rosa, 37 anos, foi paciente e hoje atua como supervisor. Tornou-se exemplo de superação aos que chegam. “Continuo na luta e atribuo minha recuperação a Deus e ao trabalho que é feito aqui”, frisa.</span></p>
<small class="tipo-b" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 12px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; line-height: 1em; text-align: left; vertical-align: baseline; font-size: 1.1em; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; display: block; color: rgb(153, 153, 153); text-transform: uppercase; ">REPORTAGEM PUBLICADA PELO JORNAL A NOTÍCIA EM JUNHO DE 2008</small></div>
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